terça-feira, 5 de julho de 2016

UTILIZANDO E CUIDANDO BEM DA ÁGUA...




Educação Ambiental: Planeta água
Fonte: Desconhecida


A água é o elemento que deu origem e sustenta a vida no Planeta Terra. Sem a água nenhuma espécie vegetal ou animal, incluindo o homem, sobreviveria. Cerca de 70% de nossa alimentação e do nosso próprio corpo é constituído por água. Mais da metade de todas as espécies de animais e plantas do Planeta é aquática. Como 99,9% das águas de nosso planeta são salgadas ou permanentemente congeladas, resta-nos não muita quantidade de água doce para a manutenção de nossas necessidades.

E quando nos lembramos disso?

Quase nunca, talvez somente quando abrimos as torneiras vazias, ou sentimos sede. Sendo assim, não seria importante refletirmos sobre essa importantíssima questão?

Está na hora de preservarmos esse imprescindível recurso e que é finito (não é renovável), se não for adequadamente tratado. Nossa contribuição pode ser dada da seguinte forma:
·         Evitando desperdícios (fazer uso racional da água tratada);
·         Não jogar lixo, resíduos e entulho nos mananciais (Rios, Lagos e Lagoas, principalmente em Nascentes);
·         Não usar indiscriminadamente agrotóxicos;
·         Denunciando qualquer tipo de agressão aos cursos d'água principalmente doce.

Não esqueça a qualidade e a disponibilidade da água, está em nossas mãos.
Basta fazermos nossa parte.


Bom dia e bom trabalho com Segurança!
Você é importante. Relate os Quase-acidentes / Incidentes.

terça-feira, 31 de maio de 2016

AS AVES, SEMPRE BELAS E MUITÍSSIMO IMPORTANTES NA NATUREZA....




Rolinha volta aos céus brasileiros após 75 anos

Luciano Lima/Instituto Butantan/Divulgação
Notícias
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Uma das espécies de aves brasileiras mais interessantes e que era considerada extinta há 75 anos foi redescoberta agora. A Rolinha-do-planalto foi observada pela última vez em 1941, mas em junho foi avistada na região do Cerrado em Minas Gerais pelo ornitólogo Rafael Bessa, que entrou em contato com o Observatório de Aves do Instituto Butantan.

Agora, estudos tentam mapear necessidades e hábitos da espécie para que ela não volte a correr o risco de desaparecimento. Butantan e ornitólogos desenvolvem um trabalho que inclui expdições a sítios com geografia e características similares onde 12 espécies de rolinha já foram avistadas. Os locais estão sendo monitorados por imagens de satélite associadas a uma técnica chamada modelagem ecológica, em que um software indica áreas com características ambientais semelhantes a das áreas onde os pássaros são avistados. Os trabalhos estão sendo conduzidos por Rafael Bessa; Luciano Lima, pesquisador do Observatório de Aves do Instituto Butantan; Wagner Nogueira, Marco Rego e Glaucia Del-Rio, associados ao Museu de História Natural da Universidade Estadual de Lousiana (EUA); e contam com o apoio do Instituto Butantan da Save Brasil, representante no país da BirdLIfe International. 
Luciano Lima conta que o anúncio da redescoberta aconteceu na terceira semana deste mês em São Paulo durante o Avistar, encontro brasileiro de observação de aves, que já está na sua 11ª edição e que reúne nomes não só do Brasil como do mundo inteiro e que este ano teve uma participação bem grande de convidados internacionais. 
"A Rolinha-do-planalto é o que a gente chama de espécie bandeira, como o mico leão dourado, o panda, a baleia azul que têm uma bandeira muito grande de engajar o público em geral para a causa da conservação e da preservação da natureza. Ao ver uma foto ou o bicho não tem como não ficar encantado."
Segundo Lima, essa é uma espécie bem enigmática, e só agora os estudiosos estão começando a entender um pouco mais sobre ela. 
"Depois de tanto tempo sem registro na natureza ela chegou a ser considerada extinta. Como ela é uma ave bastante enigmática, só agora a gente está entendendo o que ela precisa para continuar a viver. Essa é uma espécie emblemática e didática sob vários aspectos. Quando a gente fala que a Rolinha-do-planalto é uma espécie do Cerrado brasileiro, as pessoas acham que ela ocorre em toda a região do Cerrado. E aí elas falam: 'Se ela está no Cerrado inteiro, que problema tem se a gente desmatar só um pouquinho para plantar soja?
O pesquisador do Instituto Butantan observa, porém, que quando um animal está associado a um domínio como o Cerrado, a Mata Atlântica, além dos animais terem uma distribuição bem restrita dentro desse domínio, eles estão ligados a ambientes específicos, e o ambiente da Rolinha-do-planalto é um deles.
"A raridade do animal está atrelada à raridade também do ambiente, o que a torna ainda mais ameaçada."

segunda-feira, 11 de abril de 2016

POLO NORTE ESTÁ SE MOVENDO PARA O LESTE...

Cientistas enfim descobrem por que o Polo Norte está se movendo para o leste

 
© Fornecido por Gizmodo
Algo estranho está acontecendo com o nosso planeta. Por volta do ano 2000, o polo de rotação do Norte começou a migrar para o leste em um ritmo vigoroso. Agora, cientistas do JPL (Jet Propulsion Laboratory), da NASA, descobriram o que está acontecendo - e os humanos estão por trás disso.
O eixo de rotação de qualquer planeta, incluindo o nosso, está em constante fluxo. É que planetas não são esferas perfeitas, e sua massa está sempre em movimento. "Se você retira material de determinada área, você quebra a simetria, e o eixo de rotação começa a se mover", diz Surendra Adhikari, do JPL, ao Gizmodo.
Através de observações cuidadosas e modelos matemáticos, Adhikari descobriu que a recente alteração polar do nosso planeta tem duas causas: o derretimento das camadas de gelo na Groenlândia e na Antártida Ocidental; e mudanças na distribuição global da água armazenada em terra.
Ambos estão relacionados a um único fenômeno subjacente: "a mudança climática está comandando o movimento do eixo polar", disse Adhikari. Os resultados foram publicados na revista Science Advances.

polo norte se move (2)  
© Fornecido por Gizmodo polo norte se move (2)
Cientistas vêm medindo cuidadosamente o eixo de rotação da Terra desde 1899. Antes do século XXI, o polo vagava em direção a Hudson Bay, Canadá, movendo-se a uma taxa de cerca de sete centímetros por ano. Acredita-se que esta migração a longo prazo está relacionada à perda da camada de gelo Laurentide, que cobriu o Canadá e grande parte do norte dos EUA durante a última era do gelo.
Mas por volta da virada do século, os nossos eixos de rotação seguiram um novo rumo. O polo norte de rotação agora está indo para o leste, ao longo do meridiano de Greenwich, e está se movendo duas vezes mais rápido que antes. "Os cientistas acreditavam que isso devia estar relacionado ao derretimento da camada de gelo da Groenlândia", disse Adhikari.
No entanto, as camadas de gelo não contam a história completa. Ao combinar modelos de distribuição de massa com dados do satélite GRACE (Experimento de Recuperação de Gravidade e Clima) da NASA, Adhikari encontrou outro fator crítico: o armazenamento de água no solo - especialmente em toda a Eurásia.
Os seres humanos movem grandes volumes de água subterrânea através de bombeamento, e também indiretamente através da mudança climática, que faz alguns lugares se tornarem mais secos e outros, mais úmidos. Tomadas em conjunto, essas mudanças estão fazendo o nosso planeta tombar ligeiramente para o lado.

polo norte se move (1)  
© Fornecido por Gizmodo polo norte se move (1) 
 
Fonte:  http://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/cientistas-enfim-descobrem-por-que-o-polo-norte-est%C3%A1-se-movendo-para-o-leste/ar-BBrCqvK?li=AAggNbi&ocid=mailsignoutmd

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

NÍVEL DOS OCEANOS CONTINUA SUBINDO RAPIDAMENTE...



O nível dos oceanos subiu mais rapidamente ao longo do século 20 do que nos três últimos milênios, devido às alterações climáticas, indica um estudo publicado na segunda-feira (22).
 A partir de novos cálculos, especialistas estimam que, entre 1900 e 2000, os oceanos subiram cerca de 14 cm por causa do degelo

Foto: Agência Brasil
Entre 1900 e 2000, os oceanos e os mares do planeta subiram cerca de 14 centímetros, por causa do degelo, principalmente no Ártico, revelaram os autores de estudos publicados na revista científica norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Os climatólogos estimaram que, sem a elevação da temperatura do planeta observada desde o início da era industrial, a subida do nível dos oceanos teria correspondido a menos da metade observada nos últimos cem anos.
O século passado “foi excepcional em comparação com os últimos três milênios e a elevação no nível dos oceanos acelerou nos últimos 20 anos”, disse Robert Kopp, professor do departamento de Ciências da Terra da Universidade Rutgers, em Nova Jersey, Estados Unidos.
Segundo este estudo, feito a partir de uma nova abordagem estatística concebida pela Universidade de Harvard, em Massachusetts, nos Estados Unidos, o nível dos oceanos baixou cerca de oito centímetros entre o ano 1000 e 1400, período marcado por um arrefecimento planetário de 0,2°C.
Atualmente, a temperatura mundial média está um grau acima do que a do final do século 19.
Para determinar a evolução do nível dos oceanos durante os últimos três mil anos, os cientistas compilaram novos dados geológicos que indicam a elevação do nível das águas, como os pântanos e os recifes de corais, os sítios arqueológicos, além de dados referentes a marés em 60 pontos do globo nos últimos 300 anos.
Estas estimativas detalham a variação do nível dos oceanos durante os últimos 30 séculos, permitindo fazer projeções mais exatas, explicou Andrew Kemp, professor de Ciências Oceânicas e da Terra da Universidade Tufts, em Massachusetts.
Os investigadores também calculam que o nível dos oceanos pode aumentar “muito provavelmente" de 51 centímetros para 1,3 metro durante este século "caso o mundo continue a ser tão dependente de energias fósseis”.
Em 12 de dezembro, 195 países aprovaram o acordo de Paris, que prevê conter a elevação das temperaturas em dois graus acima da era pré-industrial.
Se os compromissos conduzirem a uma eliminação gradual do uso carvão e dos hidrocarbonetos, o aumento do nível dos oceanos talvez não vá além de 24 a 60 centímetros, segundo o estudo.
“Estes novos dados sobre o nível dos oceanos confirmam uma vez mais como este período moderno de aquecimento não é habitual, porque se deve às nossas emissões de gases de efeito de estufa”, sublinhou Stefan Rahmstorf, professor de Oceanografia no Instituto Potsdam de investigação sobre o impacto do clima, na Alemanha.
Agência Brasil

terça-feira, 6 de outubro de 2015

ESTUDO INDICA QUE NOSSA CIVILIZAÇÃO DERRUBOU QUASE 50% DAS ÁRVORES DO MUNDO...

https://youtu.be/jqdOkXQngw8
 
 
Um novo censo mundial de árvores da Terra estima que mais de 3 trilhões delas habitam o nosso planeta. Apesar de ser uma quantidade considerável, o levantamento indicou que o número representa apenas 50% do que existia antes da civilização humana.
O estudo é classificado como o inventário mais preciso da população de árvores da Terra até o momento, revelando que existem 3,04 trilhões de árvores, o que é equivalente a 422 árvores para cada pessoa no planeta. Os pesquisadores usaram imagens de satélite, inventários florestais e tecnologias de supercomputação para calcular o número de árvores. A nova estimativa encontrou cerca de 7,5 vezes mais árvores do que levantamentos anteriores, disseram os cientistas.
Os pesquisadores também utilizaram mapas atuais e históricos com projeções de cobertura florestal, fornecidos pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente, para estimar a perda das árvores ao longo do tempo. Eles descobriram que o número total de árvores na Terra caiu perto de 46% desde que a civilização começou.
O estudo também descobriu que a maior densidade de árvores ocorre nas regiões subárcticas da Rússia, Escandinávia e América do Norte. As maiores áreas de floresta, no entanto, estão nos trópicos, que acolhem 43% das árvores do mundo, disseram os cientistas.
A atividade humana é a principal razão para o desaparecimento de árvores, principalmente por meio do desmatamento, uso da terra e práticas de manejo florestal, segundo a pesquisa. Estes efeitos combinados contribuem para a perda de 15 bilhões de árvores em todo o mundo a cada ano, acrescentaram os cientistas. A pesquisa foi publicada na revista Nature e conduzida por Thomas Crowther, da Yale School of Forestry & Environmental Studies de New Haven, Connecticut.
Fonte:  http://seuhistory.com/noticias/nossa-civilizacao-derrubou-quase-50-das-arvores-do-mundo-indica-estudo